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    <title>Escutadora de alma</title>
    <link>https://www.psicanalistacris.com</link>
    <description>Por Cristiane Barbosa, psicanalista</description>
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    <image>
      <title>Escutadora de alma</title>
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      <link>https://www.psicanalistacris.com</link>
    </image>
    <item>
      <title>Somos o que fazemos das nossas perdas</title>
      <link>https://www.psicanalistacris.com/somos-o-que-fazemos-das-nossas-perdas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos o que fazemos das nossas perdas!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/45a6c95b/dms3rep/multi/pexels-photo-29180064.jpeg"/&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/45a6c95b/dms3rep/multi/BA0D675B-9BD5-4106-B011-66DDBD6A53A1.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diante das transformações sociais, econômicas, culturais, sabendo-se que interferem ou moldam a subjetividade, o que podemos perceber é que estamos diante da impossibilidade de simbolização. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cultura midiática da hiperatividade gera tensões em uma demanda rígida de organização com o tempo, tornando o tempo algo que deve ser preenchido com inúmeras atividades que se tornam vazias e incapazes de auxiliar a simbolização. Que é também uma forma criativa de se apropriar da realidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A questão é não ter tempo para refletir, rememorar, relembrar, renomear, para poder falar disso através da elaboração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            O vazio intrínseco sem palavras torna o que é essencial “fazer as elaborações dos lutos” dos acontecimentos da vida bem distantes da pessoa, somos também o que fazemos das nossas experiências e vivências das perdas que constituem o viver para criar vida e narrar histórias. Onde não há palavra, terá a violência. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Inúmeras listas, passo a passo, conselhos vindos de supostos especialistas que detém a verdade e solução que só servem para ocupar o tempo, esse tempo aí que dizem que precisa ser ocupado por inúmeras atividades que tornam o corpo sem anima. Seres humanos necessitam de tempo para ao menos terem contato com suas próprias experiências de perdas que são intrínsecas à vida humana. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se escutar em um percurso psicanalítico é construir condições de autorreconhecimento que é também autocuidado para se reconhecer nas perdas e o que se torna depois delas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Psicanálise, continua atualmente em um sentido amplo da sociedade, explica, implica e provoca reflexões intrínsecas e na clínica se escuta, ecoam as formações substitutas!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/45a6c95b/dms3rep/multi/BA0D675B-9BD5-4106-B011-66DDBD6A53A1.png" length="2124490" type="image/png" />
      <pubDate>Thu, 07 Nov 2024 16:01:55 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Você já foi a praia?</title>
      <link>https://www.psicanalistacris.com/voce-ja-foi-a-praia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A praia já me salvou!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/dmip/dms3rep/multi/bicycle-yellow-background.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Causus para serem compartilhados...
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Se você quer compartilhar seus causus, me envie um e-mail crearepsicanalise@gmail.com."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando estamos passando por alguma questão que esta causando dor psíquica, ou por um luto... luto no sentido amplo do termo, quando algo acontece e faz com que o que era já não é mais, teremos que modificar a rota para poder criar algo para integrar neste espaço que precisa ser simbolizado. Nestes momentos, quando estamos sendo acompanhados por um profissional que neste caso me refiro a psicanálise, ou seja, estar em um setting analítico, proporciona a segurança para passar pelo processo, ir lá no que
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           nos é intrínseco como ser humano.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando a psique está em seu trabalho e pronta para trazer memoria como orientação, a mágica acontece.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Escrever é meu refúgio.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Uma das maiores conquista que tive foi saber ler e escrever e que bom que consegui, o que seria da minha vida sem este refúgio? Não sei..., mas sei que o tenho... que alívio.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Estou em um momento decisivo, de novo... (sei que decidimos a cada segundo, mas tem decisões que são mais complexas) como isso se repete em minha vida... deve ser o preço que se paga quando escolhemos não
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           sucumbir na miséria existencia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           l... hoje as reticências me acompanham na escrita... elas estão sendo os pontos de algo que ainda não compreendi e nem sei se preciso compreender, às vezes é melhor usar as reticências...
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Costumo dizer que já nasci amando a vida, me deslumbra a vida aqui na terra, acho incrível pensar nesta experiencia que é tão curta, pequena e, ao mesmo tempo, tão potente..., fico devendo esta ao Carl Sagan e ao Carolyn Porco, em um instante de decisão... se registra a foto icônica que nos possibilita grandes reflexões e aprendizados…  
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Como a decisão é potente, mas aprendi também que potência não carrega qualidade... como é difícil conseguir se utilizar da potência com qualidade... para suportar as consequências da decisão, credo, nem acredito que estou escrevendo isso, decidir sempre foi a minha melhor parte... pelo fato de que já temos que aceitar de forma passiva uma única realidade que é a mais forte de todas, ela... a finitude... que determina que será a única coisa que o ser humano vai saber, mas um saber
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           não sabido
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , não por completo... não saberemos quando chegara, mas ela, a finitude manda mensagens o tempo todo e tudo que construímos é para se distrair e ler as mensagens aos poucos... não quero me distrair disso me corroendo por dentro, quero tomar água, limpa e fresca e não ácido.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Por hoje não consigo escrever, acho que estou precisando dormir um pouco, escrever a realidade alivia, mas só alivia quando temos um horizonte e hoje está nublado para mim, mas amanhã o sol nasce e a neblina vai de dissipar... e espero que eu me encontre, como sempre me encontrei... sentindo a vida como sentia quando criança ao descer a serra do mar e no ponto mais alto dela a vista da praia... Pensando bem acho que encontrei
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           uma experiência, vivencia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para me conectar como apoio e me encorajar a decidir o que precisa ser decidido e que vai mudar a rota e quem sabe sentir novamente o alívio de atravessar a serra tão imponente, ameaçadora e alta (tenho medo de altura) e chegar no plano das praias e passar um dia todo brincando... pensando bem...
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           a praia também me salvou!
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Amanheceu e o sol está lindo, percebo que algo aqui dentro se confortou, que alivio, mais uma vez me encontrei e a praia? Preciso voltar mais vezes para andar de bicicleta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E a decisão, me autorizo a não pensar nisso agora, quero sentir este conforto por mais tempo e quando a psique estiver pronta, a mágica acontece!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/45a6c95b/dms3rep/multi/praia.jpg" length="54359" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 10 Apr 2024 21:42:21 GMT</pubDate>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/45a6c95b/dms3rep/multi/praia.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/45a6c95b/dms3rep/multi/praia.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Despatologização</title>
      <link>https://www.psicanalistacris.com/despatologizacao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Você se autorizou?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/45a6c95b/dms3rep/multi/226ADD7A-6B3B-45CF-9EE5-F998C6E279EF-eca71d5c.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para aqueles que estão se preparando ou iniciando sua clínica psicanalítica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo sabendo que a psicanálise é a arte da escuta, ao começar na clínica, pode levar um tempo para perceber que a psicanálise é a arte da escuta ativa; que a queixa é apenas um detalhe em meio a uma imensidão de conexões, que grande parte das palavras se refere a outras não pronunciadas...
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A teoria está nos livros e você precisa lê-los com dedicação e utilizar esse conhecimento com sabedoria, mas ter intuição para captar o não dito na prática clínica é essencial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não tente adivinhar o que seu paciente tem; sintonize sua escuta para ouvir a dor, ela fala ou às vezes grita.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aprenda a descartar o que não deve ser patologizado, diagnóstico não é para a psicanálise, e assim você irá escutar a dor para quem sabe animar a alma!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           #despatologização #despatologizaçãodaescuta #despatologizaçãodavida 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/45a6c95b/dms3rep/multi/226ADD7A-6B3B-45CF-9EE5-F998C6E279EF.jpeg" length="209762" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 08 Mar 2024 18:20:32 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>CONTAR HISTÓRIA COMO FORMA DE SOBREVIVÊNCIA.</title>
      <link>https://www.psicanalistacris.com/contar-historia-como-forma-de-sobrevivencia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CONTAR HISTÓRIA COMO FORMA DE SOBREVIVÊNCIA.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           História como forma de sobrevivência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            Desde as pinturas rupestres, tendo como base a hipótese das pinturas serem feitas como objetivo de ter exatidão na caça dos animais, acreditando de forma mágica que pintando a cena da caça nas paredes seria a certeza da caça.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em psicanálise, estuda-se a importância do sujeito falar em livre associação a sua história, o analista se coloca em uma escuta analítica para colaborar com o analisando em proporcionar um ambiente onde se escuta o sujeito do inconsciente para que, então, o sujeito possa, a partir do falar e escutar da sua história, possa refazê-la.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Chegando no hoje e pensando sobre a importância psíquica de contar história, colocando foco na forma de contar história, postando foto aqui no Instagram, faço a pergunta: quando você posta uma foto, qual história você está contando?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rolê seu feed e tente contar a história que você escreveu através das fotos postadas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/45a6c95b/dms3rep/multi/11.webp" length="77420" type="image/webp" />
      <pubDate>Sat, 10 Feb 2024 23:15:07 GMT</pubDate>
      <author>cris@sanvit.com.br (Cristiane Barbosa)</author>
      <guid>https://www.psicanalistacris.com/contar-historia-como-forma-de-sobrevivencia</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>SUTURAS, FISSURAS, RUÍNAS</title>
      <link>https://www.psicanalistacris.com/suturas-fissuras-ruinas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SUTURAS, FISSURAS, RUÍNAS DE ADRIANA VAREJÃO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em psicanálise, fala-se em um sujeito constituído pelo outro, por isso que para mim Cristiane… o nome desta exposição é o que somos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            Em análise, escuta-se o sujeito do inconsciente, este barrado pela linguagem e já entrando na conexão da exposição impactante, um sujeito do inconsciente de fissuras, suturas e ruínas. A exposição que fui visitar, na @pinacotecasp, Adriana Varejão: Suturas, fissuras, ruínas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Lá, fui capturada por duas obras em especial que mostram algo que me toca muito que é todo contexto sobre Meridiano de Greenwich e sua história ocidental eurocêntrica, aqui, pude sentir o quanto se sofre, enquanto povos apartados da noção eurocêntrica de civilização, claro que como mulher senti ali tudo o que nos atravessa em relação ao machismo estrutural, como também o patriarcado sendo próximo do capitalismo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            A outra obra que acabei não registrando em imagem, mas que está ressoando em mim, pode ser vista como uma sauna que pude associar com um frigorífico, onde a carne que comemos acaba é também onde acabamos. Aqui, fui remetida ao contexto artístico da antropofagia (que forte)
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Foi forte se conectar com o corpo através das obras e a ressonância com a nossa história brasileira que lá na exposição mostra os azulejos, a carne, as vísceras... pude sentir o que a psicanálise escuta que é o que não pode ser inominável para o indivíduo, mesmo sendo sujeito… algo que necessita de um desprendimento para se dar a chance de se refazer entre estes “espelhos” e tentar se conectar ao seu próprio corpo e a sua carne.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Através desta exposição, pude ter o privilégio de refletir sobre a retroalimentação do presente-passado-presente no âmbito do psiquismo primário que impulsiona o batimento cardíaco através do sangue que pulsa em busca da nossa sociabilidade. Foi leve, foi intenso, foi pesado sentir minha anima viva e intensa que é, saí de lá ainda mais certa de que o caminho parece turvo pelo fato de tentarem nos fazer amnésicos do passado, mas aí vem a arte para nos relembrar e, ao mesmo tempo, vem a psicanálise para nos oferecer o refazimento de nossa amina, assim, possibilitar de sermos sujeitos com nossos desejos em movimento e quem sabe assim nos permitindo a M A R
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Compartilho de forma singela… foi uma experiência pessoal do indizível e deixo aqui a indicação, quem puder ir e experienciar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/45a6c95b/dms3rep/multi/4.jpg" length="34704" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 10 Feb 2024 23:15:02 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O ESTRANHO QUE HABITA EM NÓS</title>
      <link>https://www.psicanalistacris.com/o-estranho-que-habita-em-nos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ESTRANHO QUE HABITA EM NÓS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/45a6c95b/dms3rep/multi/img_6937-2-1.webp"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O inconsciente se comunica como uma linguagem, a linguagem do inconsciente… onde se vive junto o isso e o aquilo… que desmente o discurso racional… causando irritação, constrangimentos e vergonhas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em análise se torna possível verificar a alteridade que habita o sujeito do inconsciente e assim se torna possível perceber os constrangimentos, as vergonhas, mas que faz nos sentir transparentes e assim criando autonomia para lidar e criar respostas e se forem criativas… há…. Nasce a disposição em tornar o caminhar humano mais consciente da importância da simbolização… disso que é diferente em nós… de início o estranho que nos habita… o estrangeiro que nos é tão conhecido que se torna com o tempo, o que faz sentido que é a voz do que já foi simbolizado e entregue para o pensamento racional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim Freud foi pesquisando sobre a importância de estudar o inconsciente, este feito de lacunas, a qual é o que justamente o pensamento racional trabalha para não ter. Freud constatou que através da experiência clínica que os atos conscientes ficam imperceptíveis quando há insistência que os atos mentais devam ser experimentados apenas pela consciência racional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, Garcia-Roza diz que os “processos mentais são inconscientes em si, e assemelham a percepção deles por meio da consciência à percepção do mundo externo por meios dos órgãos sensoriais”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O objeto de análise pode orientar o sujeito em perceber que talvez seja necessário reavaliar se pode estar sendo estabelecido a correspondência entre impressões vindas da consciência e processos mentais inconscientes. Por este motivo se fala “sofremos das nossas certezas inabaláveis”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao conseguir reconhecer as certezas que faz sofrer… pôde-se ao invés de buscar referências para provar as certezas… iniciar o caminho em criar perguntas a si e ir reconhecendo e sentindo o alívio da alteridade do sujeito do inconsciente que nos habita.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim término está reflexão com a frase de Freud“ o eu não é o senhor em sua própria morada”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/45a6c95b/dms3rep/multi/img_6937-2-1.webp" length="43436" type="image/webp" />
      <pubDate>Sat, 10 Feb 2024 23:14:58 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>PRECARIEDADE DA VIDA</title>
      <link>https://www.psicanalistacris.com/precariedade-da-vida</link>
      <description>O que é necessário para uma vida ser reconhecida?!

Quando damos voltas no passado o luto se apresenta.

A pergunta é: A busca incessante do ser humano em obter respostas… ou seria… a busca incessante do ser humano em lidar com as contingências… que os tornam desumanos?</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Máquina frenológica – máquina para “descobrir a personalidade” do ser humano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/45a6c95b/dms3rep/multi/1.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é necessário para uma vida ser reconhecida?!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando damos voltas no passado o luto se apresenta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pergunta é: A busca incessante do ser humano em obter respostas… ou seria… a busca incessante do ser humano em lidar com as contingências… que os tornam desumanos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre as minhas reflexões sobre as mulheres… pensei sobre a máquina frenológica que poderia “dizer” qual era a personalidade da pessoa e uma publicação de um jornal sobre “passo a passo” que ensinava o que a mulher deveria fazer para ter merecimento real…
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/45a6c95b/dms3rep/multi/2.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E os pensamentos se cruzaram com o conceito de Precariedade de Judith Butler… que já se liga no livro A vida psíquica do poder… que logo de início diz:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A culpa intensa e corpórea da qual o sujeito se investe como insinuação febril dessa autoconsciência, que acaba por saber tão pouco de si mesma, é decisiva para garantir o controle interno profundo que chamamos de interpelação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Judith Butler em A vida psíquica do poder-Teorias da sujeição.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando Butler inicia escrevendo sobre a sujeição, ela escreve que; “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como forma de poder, a sujeição é paradoxal. Uma das formas familiares e angustiantes como se manifesta o poder está no fato de sermos dominados por um poder externo a nós. Descobrir, no entanto, que o que “nós” somos, que nossa própria formação como sujeitos, de algum modo depende desse mesmo poder é outro fato bem diferente."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com estes pensamentos conectados… pude ainda mais compreender a importância da urgência de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            “letramento” da mulher
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           … para “poder” entrar em contato com isso que
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            “forma a imagem”
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para entrar no luto desta imagem fantasma e elaborar o que surgir… e assim permitir a sua humanização.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Término está breve reflexão com a parte do livro que Butler escreve:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           … o poder que a princípio aparece como externo, imposto ao sujeito, que o pressiona à subordinação, assume uma forma psíquica que constitui a identidade pessoal do sujeito.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Viva a análise onde o sujeito se escuta através da fala do sujeito do inconsciente que fala… e assim vai se tornando desnecessário a “ideia” ou da “máquina frenológica” psíquica!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 10 Feb 2024 23:14:35 GMT</pubDate>
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