Prazer!
Meu nome é Cristiane.
Curiosa da mente humana em seus desafios, suas potências e mistérios me movem. Me reconheço como escutadora de alma, atenta às expressões que emergem do silêncio, das palavras, dos gestos e dos sons.
A minha escuta e ética na existência na multiplicidade no virtual na imanência e transcendência sobre os modos singulares de existir e comunicar. Os encontros humanos me intrigam: é no entre que algo se revela, se transforma e faz sentido rizomático.
Desenvolvimento profissional
Filosofias
Graduada bacharelado em filosofia com especializações em ética, esquizoanálise e subjetividade, desenvolvimento humano, extensão em antropologia e estudos de gênero pela Usp, estudo critico da família e diversos estudos sobre cultura.
Psicanalise contemporânea
Em psicanálise o estudo é contínuo no tripé = analise pessoal, supervisão e estudo teórico.
Atualmente em curso na SBPSP em estudos de Psicanálise da Vincularidade Dialética de Família e Casal.
Artes.
Licenciada em música.
Pós - Graduação em Música e Cognição.
Pós - Musicoterapeuta (ABMT 565-SP)
Albert Einstein
Atualização em
Saúde Mental nas Organizações.
Puc
Pós - Graduação
Psicanalise e analise do contemporâneo.
Puc
Pós - Graduação
Esquizoanálise e Subjetividade.
Sou Cristiane — psicanalista contemporânea, musicoterapeuta, esquizoanalista, licenciada e professora de Música e Filosofia. Há mais de 15 anos me dedico ao estudo das subjetividades, das culturas e do desenvolvimento humano, especialmente a partir das filosofias da diferença, com ênfase em modos de existência.
Minha trajetória é marcada pelo cruzamento entre arte, pensamento e escuta. A música me ensinou sobre os ritmos do corpo, do silêncio, das emoções que não cabem nas palavras. A filosofia me ofereceu ferramentas para problematizar o mundo, os modos de viver e de pensar. A clínica me convoca diariamente a escutar o sofrimento, o desejo, os atravessamentos e as potências de cada existência.
Ao longo da minha formação, transitei por diferentes abordagens terapêuticas, encontrando na psicanálise um solo fértil para acolher e compreender o sofrimento psíquico em sua complexidade. A psicanálise se interessa por como criamos laços, pelos afetos que nos atravessam nos planos amorosos, destrutivos, pelas defesas que erguemos, pelos sintomas que construímos. Sua escuta se volta ao inconsciente, que irrompe nos atos falhos, nos sonhos, nas repetições e nos silêncios.
Minha prática clínica também é atravessada pela esquizoanálise, uma proposta clínico-política derivada da obra de Deleuze e Guattari, que busca mapear os agenciamentos de desejo e os modos de subjetivação que nos compõem, muitas vezes de forma automática ou capturada por normas sociais. A esquizoanálise amplia o campo da escuta para além do sujeito individual, conectando clínica, cultura e modos de vida.
Vivemos hoje em um tempo acelerado, hiperconectado, que frequentemente nos desconecta de nós mesmos — do nosso desejo, da nossa história e do sentido que damos à vida. Nesse cenário, a escuta clínica se propõe como espaço de pausa, elaboração e reinvenção.
Acredito que cada encontro é uma possibilidade de criação. Escutar alguém é também escutar o mundo que essa pessoa carrega, produz e habita. Por isso, minha abordagem valoriza a singularidade, sem reduzir o sujeito a diagnósticos ou categorias fixas.
Experiência clínica
Antes de atuar como psicanalista e esquizoanalista, trabalhei na área comercial e de atendimento ao cliente em ambiente corporativo, o que me aproximou de questões ligadas ao sofrimento cotidiano, à produtividade, às relações interpessoais e ao mal-estar nas organizações.
Sou professora de Filosofia e de Música, com experiência em contextos escolares e formativos, onde sigo aprendendo com o encontro entre escuta, linguagem, arte e pensamento.
Desde 2019, atuo clinicamente (atendimento online), acolhendo adultos e jovens em seus processos de elaboração subjetiva, com escuta ética, crítica e sensível às singularidades e aos tempos de cada um.
Escuta
Afeto
O afeto afeta e reconhecer como estamos sendo afetados e afetando possibilita um percurso para obter autonomia aos desenhos que vamos formando ao longo do tempo com os nossos afetos.
Vinculo
Cada um de nós cria vínculos conforme a nossa subjetividade e quando é necessário compreender a forma de vínculo nos proporciona reconhecer até mesmo a forma com que sofremos.
Relacional
Reconhecer como nos movemos no afeto, em como criamos vínculos faz com que seja possível termos relacionamentos que façam sentido!
Subjetividade
Somos o que fazemos das nossas experiências e sendo assim podemos reescrever e dar um novo sentido para a nossa história e assim estaremos algo e jamais sendo algo determinado.
Vamos conversar
O primeiro passo é conversar. Vamos encontrar um momento em que possamos nos encontrar e conversar sobre o que está em sua mente.